Onde estão as histórias que ficam por contar?

A esplanada-terraço mais concorrida de Maputo abriu ao fim da tarde de sexta-feira, 6 de Julho, para receber a jornada inaugural das Oficinas. Chegavam os participantes e a música estridente, vinda da vizinhança e que inundava a plateia com os novos hits.

Quebrar o gelo com uma introdução teórica sobre a globalização económica e o mundo das novas tecnologias só mesmo de dois lunáticos. Apesar da desconfiança (os orientadores também desconfiam da teoria…), no final da sessão, já temperados pela 2M, galinha com piripiri e rissol de camarão, alguns participantes iam entabulando conversa e manifestando os seus pontos de vista.

A oficina terminou com a realização de mapas colectivos. O enfoque era o contexto social e a informação em Moçambique. O objectivo do Mapa Colectivo (foram formados 6 grupos) e a reflexão partilhada (e não individual) sobre temas gerais que a todos dizem respeito. Esta dinâmica visa na essência potenciar o espaço de discussão e a participação, quebrando desta forma com a tendência para a análise meramente pessoal e a passividade cidadã. Nem a cacimba nem a noite escura demoveram os grupos de mapear o país. Agora, falta transformar a varanda do Índico.

[Descarregar as perguntas-gatilho (.pdf) usadas para a análise do contexto social e do mundo da informação em Moçambique. Parte dos materiais desta sessão foram adaptados do projecto Iconoclasistas, tais como estas instruções para a realização de uma oficina de mapeamento colectivo.]

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